Noise, noise, noise...smokin' weed, smokin' weed, doin' coke, drinkin' beer. My good man its time to kick back, drink some beer and smoke some weed.
Jay in Kevin Smith´s Clerks
A finalidade deste blog é registrar como vejo o mundo a minha volta, principalmente nas pequenas coisas do dia a dia. Aqui é um pouso para cinema, rock´n´roll, literatura, um pouco de política e filosofias em geral (furadas ou não)! Quando visitar favor deixar um comentário, nem que seja para dar um alô!











Carro número 01, temos os irmãos Rocha em seu Carro de Pedra. Os dois gêmeos do capitão caverna dirigiam um carro feito de pedra e madeira, e viviam se batendo com uma clava. Seus nomes em inglês eram Rock e Gravel.
O competidor de número 03 era o Professor Aéreo e seu carro cheio de truques. A geringonça do professor possuía mais botões do que o carro do Speed Racer e podia fazer quase de tudo: desde voar, navegar, transformar-se em um submarino ou até mesmo em um tanque de guerra.
O número 04 era o famoso Barão Vermelho, com um avião com rodas que era capaz de voar curtas distâncias.
O carro 05 era o queridinho Pussycat, pilotado pela gatíssima Penélope Charmosa. Aliás, Penélope e a Quadrilha de Morte fizeram tanto sucesso entre a garotada que geraram um desenho só para eles, chamado “Os Apuros de Penélope”.
O carro número 06 não era exatamente um carro, mas sim um tanque do exército adaptado, pilotado pelo cabo Meekly e comandado pelo Sargento Bombada.
Em seguida, o carro número 07 à prova de balas da Quadrilha da Morte, formada pelos gangsteres Clyde, Ding-Ling, Zippy, Pockets, Snoozy, Softy e Yak-Yak.
O carro de número 08 era a Carroça a Vapor do Tio Tomás, com seu fiel co-piloto, o urso Chorão. Esse era um dos carros mais divertidos na minha opinião. O urso chorão apareceu mais tarde em dois episódios especiais da Hanna Barbera em 1969.
O carro 09 era o carro turbinado de Peter Perfeito, uma espécie de “par romântico não declarado” da Penélope Charmosa. Era para ser o mocinho da série, mas faltava-lhe o charme e o carisma dos outros personagens.
O carro de número 10 pertencia a Rufus, o lenhador, acompanhado de seu castor de estimação Dentinho.
E, finalmente, o carro de número 00, a Máquina do Mal, pertencente ao famigerado Dick Vigarista (um dos vilões mais engraçados e carismáticos de toda Hanna Barbera, e que apareceria ainda em diversos outros desenhos, sempre na companhia de seu inseparável cachorro Mutley).
Corrida maluca
Quem ganhou mais corridas no desenho Corrida Maluca?
Acompanhe a tabela de vencedores das 34 provas da Corrida Maluca:
| A Quadrilha da Morte | 4 |
| Caipira Luke e seu urso | 4 |
| Penélope Charmosa | 4 |
| Peter Perfeito | 4 |
| Barão Vermelho | 3 |
| Irmãos Rocha | 3 |
| O cupê mal-assombrado | 3 |
| Professor Aéreo | 3 |
| Rufus Lenhador | 3 |
| Soldado Meekly e Sargento Bombarda | 3 |
| Dick Vigarista e Muttley | 0 |

Em 1983 eu tinha 10 anos de idade e era um devorador de livros da coleção vaga-lume. Os meus favoritos eram os de mistérios como O Cadáver Ouve Rádio, O Mistério do Cinco Estrelas, Sparion e O Caso da Borboleta Atília.
Lynyrd Skynyrd |
| Last seven songs: |
| Blackfoot - Gimme, Gimme, Gimme (4:06) |
| The Band - Up On Cripple Creek (4:31) |
| Little Feat - Dixie Chicken (3:55) |
| The Allman Brothers Band - One Way Out (4:57) |
| The Charlie Daniels Band - In America (3:18) |
| The Southern Rock Experience w - The Countess on 9412 The Rock Station (0:27) |
Gastei todo meu dinheiro com mulheres e com cerveja. O resto eu desperdicei.
"As pessoas nos acusam de termos feito o mesmo disco uma dúzia de vezes, mas isso é uma grande mentira. Nós fizemos o mesmo disco 14 vezes."
Angus Young - AC/DC







Um dos meus principais interesses é rock'n'roll, principalmente o chamado "rock clássico". Aqui vai um resenha de um disco que gosto muito.
Este quarteto escocês formado por Dan McCafferty nos vocais, Manny Charlton na guitarra, Pete Agnew no baixo e Darrell Sweet no início dos anos 70 é muito lembrado no Brasil por seu cover do Everly Brothers “Love Hurts”. A banda acabou meio que rotulada por seu maior hit e muita gente tem dificuldade de acreditar que o Nazareth foi uma banda de Hard Rock. Para esses aqui está o melhor argumento: Hair of The Dog.
Sexto álbum em estúdio da banda, gravado em 1975, no (definição de Manny Charlton) mais barato e sujo estúdio perto de lugar nenhum. Esse foi o primeiro trabalho de Charlton como produtor e o resultado superou todas as expectativas.
A faixa título é um senhor cartão de apresentação. Um rock com riff genial de Manny e McCafferty dando tudo de si com sua voz rouca. Aliás a banda toda esteve genial nesse disco. Darrell Sweet esteve inspiradíssimo na bateria, dando uma aula de como ser criativo e contido ao mesmo tempo, pontuando muito bem o som da banda, como pode ser visto na visceral Miss Misery.
Guilty é uma baladão, regravação de Randy Newman, única do disco. Changin’ Times é mais um rock direto baseado num riff hipnótico de Manny Charlton.
Um pouco de influência do progressivo pode ser sentida em Beggar’s Day/Rose In The Heather que começa em um rock bem cadenciado e termina com uma guitarra pink floydiana, se é que existe este termo no dicionário!
Após flertar com o Blues em Whiskey Drinki’ Woman o album encerra com Please Don’t Judas Me, a música mais interessante do disco. Alterna riffs de Heavy Metal com uma guitarra acústica sublime de Manny Charlton e a banda toda se solta num rock bem experimental.
A versão americana do álbum substituiu Guilty por Love Hurts, que inicialmente seria lançada como lado B de um single. Jerry Moss, presidente da A&M records for USA e Canadá tinha uma opinião diferente e o resto foi história.
Hair of The Dog foi o grande sucesso da banda e abriu as portas do mercado americano e é um dos grandes momentos do Hard Rock nos anos 70. Vale cada acorde tocado!

Santo Agostinho