segunda-feira, fevereiro 19, 2007

Charge do Dia

3 comentários:

Alexandra disse...

Vc viu o absurdo do ataque a um homosexual em SP?
http://tinyurl.com/ywkeen
http://tinyurl.com/2a7jx2

Marcos Guerson Jr disse...

O que é comum e o que é nosso.

A intolerância com os homossexuais é um ponto comum do Brasil com o mundo. Cenas como esta acontecem em todas as grandes cidades espalhadas pelo globo. Infelizmente muitas pessoas ainda tem muito que se depurar para entender estas coisas.

Agora o comportamento da polícia e a impunidade que se segue a barbárie é nossa. Lembra do índio queimado vivo em Brasília? Ninguém cumpriu mais do que um ano de prisão. Foram defendidos pelo nosso Ministro da Justiça. Um deles parece que se formou advogado e hoje é funcionário público. É ou não é um prêmio pela delinqüência. Em tempo: nenhum deles era pobre e posso apostar que os agressores de Ali também não eram. O que mais uma vez demonstra que o ser humano é mais responsável por seus atos do que o meio em que vive.

Alexandra disse...

Eu ainda não me conformo que os filhinhos de papai que mataram o índio em Brasilia tenham saído impune daquela barbárie... Um absurdo completamente descabido! Assim como não vou me conformar se ao menos os policiais não sejam punidos por sua negligência no caso do Ali.

Eu acho que a intolerância aos homosexuais, assim como qualquer forma de discriminação, pode ser removida da "cultura geral" de um país - ou seja, se tornar completamente inaceitável a seus cidadãos - através da educação e do treinamento eficiente de suas autoridades. Como vc sabe, em Toronto nós vivíamos bem no meio do bairro gay. Nosso prédio ficava entre a rua Yonge e a rua Church, duas ruas principais paralelas e a parada do orgulho gay descia pela Yonge e subia pela Church, ou seja estávamos bem no meio das festividades do Gay Pride Week. Eu achava muito legal ver famílias canadenses trazerem seus filhos pequenos para assistirem o desfile. Conversamos com várias que diziam que traziam os filhos todos os anos para que eles fossem expostos a diversidade e encarassem a diferença de orientação sexual com normalidade.