sexta-feira, dezembro 14, 2007

5 discos em 2007

Não se tratam dos 5 melhores discos "lançados" em 2007, até porque dificilmente acompanho os lançamentos do ano. Esta lista são dos 5 discos que foram mais importantes para mim este ano, os que mais curti. Em sua maioria são mais velhos do que eu, fazer o que, nasci um pouco tarde demais.

  1. The Last Waltz - The Band

  2. Foi extremamente difícil escolher um disco da "Banda" para colocar em primeiro lugar desta lista. Acabei optando pelo início de tudo, ou o fim, dependendo do ponto de vista. Sim, foi o último concerto que fizeram, mas foi o meu primeiro contado verdadeiro com o espírito desta instituição musical. E o veredito é: uau! Como vivi até meus 34 anos sem escutar Robbie Robertson, Rick Danko, Levon Helm, Richard Manuel e Garth Hudson?


  3. The Deep End - Gov't Mule

  4. O Gov't era barbada para o primeiro lugar deste ano, no primeiro semestre só deu Haynes e cia. Foi superado apenas por uma banda que só pode ser considerada transcendental. Não importa, o que aprendi com o Gov't é que ainda pode surgir bandas que honram o passado, uma esperança nos dias de tanta bobagem sendo chamada de rock'n 'roll. Este disco é ainda especial, gravado em homenagem ao ex-baixista Allen Woody, juntou monstros sagrados do baixo para gravar música a música um disco inesquecível.


  5. Brothers and Sisters - The Allman Brothers Band

  6. Os Allmans também estiveram fortes este ano. Descobri que os três discos dos anos 90, com Haynes e Woody, são sensacionais. Quando estava me descabelando para decidir o melher deles, escutei com mais carinho este antigão. Betts mostrou que a vida continuava, mesmo sem Duane e Berry.


  7. Axis: Bold as Love - The Jimi Hendrix Experience

  8. Este para mim é o disco do Experience. É uma beleza atrás da outra, não dá nem para citar todas. "Little Wing", "Castles made of Sand", "Spanish Castle Magic", "If 6 was 9". Uma obra prima.


  9. Free Live - Free

  10. Ao vivo o Free crescia uma enormidade. Kossoff se soltava na guitarra, improvisando e soltando solos maravilhosos. Rodgers dominava o palco, Andy Fraser era um diamante bruto e Kirke tinha um batida que transformava riffs de guitarra em marcos históricos. Uma banda que merecia ir muito mais longe do que foi, mas as drogas derrotaram Kossoff. Infelizmente.

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