segunda-feira, setembro 29, 2008

De volta ao Xadrez

Tentei me afastar do jogo para ter mais tempo para outras coisas, mas não deu. Pelo menos o Xadrez eu tive que voltar. Culpa do Palm, sempre a mão para os momentos de espera, e de um colega de trabalho estudioso do assunto. Conversa vai e conversa vem e quando vi já estava lá estudando as aberturas, os grandes finais.

Uma coisa eu finalmente me convenci, a principal parte do jogo, e a mais bonita, é o final. Ainda tenho sérias dificuldades com esta parte, principalmente com as torres em jogo, mas estou estudando. Capablanca era realmente um mestre com finais belíssimos. Acredito que será de grande valia em minhas noites no Haiti.

Como pode um jogo tão simples __ um tabuleiro e 32 peças __ ser tão rico? Um detalhe importante: totalmente independente de sorte! O que vale é a capacidade do jogador, nada mais.

Lembro que para um computador vencer Kasparov foi necessário décadas de inovação tecnológica pesada, construir uma máquina com vários processadores em série, de tamanho descomunal. O mais interessante é que ela só faz isso, se o russo resolvesse jogar jogo da velha com ela venceria. É ou não é uma prova da capacidade da mente humana e mais uma evidência da existência de Deus?

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