segunda-feira, outubro 27, 2008

A queda

Não é de uma vez, a queda, este momento
em que o homem se perde. Onde as trevas
ocupam a luz e perde-se nas súplicas
desta forma inquieta do espírito.

Deitado no vazio, enfim desperto
do degradante sonho, já não abraças
a relatividade, sim, despertas
contemplando no espelho, já sem Cristo,

abraçado ao pecado, arrependido,
ele escreveu em seu amor, esta mácula
que nunca sairá. Resta desolado

esta sofrida alma, homem perdido
que busca salvação, a fé ainda trêmula,
esperando redenção e ser perdoado.

Olivier Marcus

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