segunda-feira, julho 06, 2009

Nada mais triste...

...do que ver o presidente dos Estados Unidos correndo para se alinhar com Hugo Chávez, Rafael Corrêa, Cristina K. e Daniel Ortega.

Um verdadeiro circo de aberrações.

Barack Hussein Obama faz questão de deixar aberto diálogo com gente como estes esquerdistas de miolo mole, além de gente do estirpe do presidente iraniano e da Coréia.

No entanto, não quer papo com as autoridades de Honduras que cumpriram a constituição e afastaram do poder um presidente, eleito sim, mas que conspirava (ele não nega) para mudar as leis do país e conseguir a re-eleição, o que é frontalmente proibido pela carta. Tão proibido que qualquer autoridade deve ser imediatamente de ousar propor qualquer medida neste sentido, o que aconteceu com o presidente hondurenho.

Tem muito mais coisa em jogo do que a pequena Honduras. Existe um princípio que vai se firmando nas Américas, inclusive ao norte do México, que se existe eleição então a democracia está garantida. Não foi a toa que o governo americano, através de Hilary Clinton, comprimentou Chávez por sua vitória em um referendo para lá de duvidoso. Este negócio de obedecer constituição e, principalmente, princípios democráticos como alternância de poder, causa calafrios na esquerda do continente. Não pode haver limites para o poder.

Quando Rafael Corrêa usou seu país para abrigar terroristas das FARCs e o governo colombiano os bombardeou impiedosamente e o circo latino americano se levantou contra Uribe, George Bush, o odiado, foi praticamente o único (só lembro do presidente peruano), que se colocou ao lado de um governo democrático contra um bando de sanguinários.

Agora, o pacifista Obama corre para defender um presidente que tramava um golpe de Estado.

Esse é o change que tanto prometeu. Ninguém pode reclamar que não foi avisado.

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