sexta-feira, janeiro 14, 2011

A Esquerda vive de vítimas

Sempre que a esquerda estiver por baixo podem contar que estão a espera de vítimas para utilizar como arma política. Não é por acaso que algumas vezes possuim ligações próximas com terroristas, afinal estes são profissionais da fabricação de cadáveres. Claro que estas vítimas devem possuir um determinado pedigree, não serve por exemplo uma criança judia vítima de um foguete vindo da faixa de gaza, ou algum branco de olhos azuis que teve a infelicidade de cruzar na frente de um grupo de marginais. Por isso não se viu nenhuma solidariedade das esquerdas com as vítimas de dois acidentes aéreos no governo Lula, por exemplo. Quando a vítima tem os adjetivos certos então, sai de baixo.

É exatamente o que se está vendo no Arizona. Que usem como exemplo da necessidade de se banir as armas de fogo ou aumentar sua regulação é perfeitamente legítimo pois trata-se de uma posição histórica e defensável dos democratas americanos. Daí a tentar jogar a responsabilidade sobre os republicanos e, em particular, em Sarah Palin é asqueroso, é tripudiar sobre cadáveres e utilizá-los como arma política.

Não foram os republicanos que atiraram naquelas pessoas, foi um homem com nome e diga-se de passagem, com simpatias esquerdistas, um fã de Karl Marx. E que palhaçada é essa de chamar o Tea Party toda hora de movimento ultra-conservador? Por que? Não vejo esta mesma imprensa chamar Obama e sua turma de ultra-esquerdistas, mesmo todos sabendo que suas políticas e idéias estão à esquerda do partido democrata, tanto que na reforma da saúde a sua preocupação maior foi agradar aos democratas mais ao centro e jogar uma banana para a oposição.

Obama acusa Palin de dividir o país. Quando um esquerdista acusa alguém de alguma coisa, geralmente é de seus próprios vícios. Obama foi eleito com uma margem pequena de votos, o que significa que suas políticas deveriam estar mais ao centro. Resolveu radicalizar e esticar a corda. Coube a oposição, incluindo o Tea Party a fazer o que se espera dela, defender suas bandeiras. Se alguém dividiu a América, foi Obama e sua turma e não Sarah Palin ou Glen Beck.

No fundo, esta gente não aceita contraditório, um dos pilares da democracia. Seus discursos são raivosos, sem nenhuma substância e baseados em repetição de mantras. Tivessem um pouco mais de responsabilidade e solidariedade verdadeira, principalmente com as futuras gerações, teríamos um mundo muito melhor do que temos hoje. Todo bom esquerdista no fundo quer poder e com ele o dinheiro. O resto que se exploda.

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