segunda-feira, agosto 15, 2011

Notas soltas

Lars Von Trier é aquele cineasta que foi execrado por ter declarado ter simpatias por Hitler. O problema é que seus mais feroses detratores não vêem problema nenhum em gente como Oliver Stone, um fã declarado de Stalin, Fidel e que fez um filme glorificando o porco fedorento do Che Quevara. Mais uma demonstração que a esquerda não tem problema nenhum com assassinos, desde que matem pela causa certa. Cada um com seus monstros. Eu fico com nenhum. Quem admira o comunismo não tem padrão moral para criticar o nazismo. São primos siameses.

O editorial da Veja desta semana procura mostrar os partidos da base aliada como corruptos que aproveitam qualquer oportunidade para meter a mão no dinheiro do contribuinte. Até aí tudo bem. O problema é que a revista separa Dilma, seu governo e o PT da lama pintando a presidente como uma protetora do cofre, que se defende da ferocidade "dessa gente". Como se ela não tivesse participado da montagem da pilantragem. Como seu partido não fosse a diração geral da bandalheira generalizada. Como se não tivesse sido eleita por esta podridão.

Por falar em Dilma, toda hora aparece notícia que a presidente está irritada com isso, irritada com aquilo. O que não aparece é que sua irritação é com esses aliados que se deixam apanhar com a mão na bufunfa. Pelo amor de Deus senhores! Sejam profissionais!

A crise atual só mostra que o estado do bem-estar social é insustentável. Quer dizer que morreu? Longe disso. Enquanto os eleitores continuarem acreditando que o governo os protege da ganância dos ricos, políticos irresponsáveis e populistas, como Obama, continuarão sendo eleitos e aumentando ainda mais o poder do estado. E a coisa só vai piorar. Ninguém quer saber da grande verdade: o homem tem que ser o principal responsável por seu próprio sucesso. O resto é conversa.

Antony Daniels diz nas páginas amarelas o que qualquer homem sensato sabe: prisão tem como principal finalidade tirar bandido da rua. Qualquer outra coisa é secundária. A esquerda passou décadas tentando fazer da prisão uma escola para educar marginais. O pior é que conseguiu.

O torcedor do Flamengo entende que alguém torça contra seu time. O mesmo acontece com o torcedor do Fluminense, do Grêmio, do Corinthians. Menos o do Barcelona. Esse acha inconcebível que alguém possa torcer por um time que é mais do que um time de futebol, é um verdadeiro ideal de pureza. Talvez esse seja o principal motivo para tocer contra.


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